
Quem somos
Há quatro gerações trabalhando com polímeros orgânicos de origem marinha e metabolitos secundários das algas marinhas que ocorrem no litoral do Rio Grande do Norte, tivemos a oportunidade de desenvolver protocolos para obtenção de géis, xampus e sabonetes dermacêuticos a partir do extrato das algas, com base na experiência que vivenciamos na China, Japão, Filipinas, EUA e toda a América Latina.
Quando titular da disciplina de “Botânica Marinha Econômica” do DOL/UFRN e, juntamente com a geógrafa e antropóloga Iuná Chaves Câmara, aprofundamos nossos estudos sobre práticas etnobotânicas ao participarmos de eventos ligados a ficologia.
Nas formulações dos produtos dermacêuticos nos baseamos na etno-antropologia, considerando a vertente mágica, afro-indígena, associada à botica dos colégios jesuítas e suas tríagas medicinais utilizadas no Brasil à época colonial. Estes procedimentos levam em consideração a automedicação e a crônica falta de assistência médica, que caracterizam as populações socialmente excluídas a procurarem curandeiros, raizeiros e outros meios ao seu alcance. Comportamentos admitidos e aceitos pela OMS em tais circunstâncias.




Os Produtos da Orgânica Potiguar são desenvolvidos conforme a medicina popular e têm sua origem nos trabalhos de etnobotânica marinha e antropologia desenvolvido pela Geógrafa e Antropóloga Iuná Chaves Câmara e do Farmacêutico Químico, Prof. de Botânica Marinha Econômica, Clementino Câmara Neto, adequando às formulações contidas nos almanaques de Chernoviz (Séc. XVIII). Considerando serem os procedimentos utilizados para a confecção dos mesmos, naturais, sem separação artificial de fármacos, denominaram de Produtos Dermacêuticos Artesanais.